sábado, 8 de julho de 2017

Conselho Escolar

     Dentre os variados temas que estudamos em Organização do Ensino Fundamental e Organização e Gestão da Educação um que chamou muito a minha atenção foi o conselho escolar. Pra falar a verdade achei era apenas o conselho de educação do município, mas não, existe o conselho em cada escola.
    O que é esse conselho escolar, é um colegiado formado por representantes dos pais, professores, alunos e funcionários da escola e que tem como membro nato o gestor da mesma, são escolhidos através de eleição. O conselho escolar mobiliza, opina, decide e acompanha a vida pedagógica, administrativa e financeira da escola. Buscando assim uma nova forma de administração da escola, onde as decisões são coletivas, e as responsabilidades compartilhadas.
    Nenhuma escola do município tem e, acredito que não a nenhum movimento para que isso aconteça. Acredito que se ao menos o conselho municipal tentasse de alguma forma intervir ajudaria muito na questão. A primeira  atitude a se tomar acredito que seja fazer com que esse conhecimento chegue aos funcionários das escolas, a grande maioria também não sabe o que é.
    Por fim acredito que nossas escolas só viriam a ganhar se movimentos como esse existem em nossa realidade. Reclamamos tanto da falta de participação de comunidade escolar, falta de motivação de alunos, professores e funcionário e não proporcionamos esse ambiente de tomada de decisões conjuntas.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Motivações da vida adulta

Ao longo da vida do adulto ele acorda todos os dias e tem uma rotina, trabalho, estudos, lazer... O que move o adulto, a realizar todas suas obrigações dia a dia? Porque temos essa ânsia em buscar objetivos? A vida adulta é a fase mais ativa socialmente e tentaremos pontuar suas peculiaridades.  
É a fase mais longa e produtiva do ser humano, saber o que motiva o adulto ao longo desta fase, faz entender que somos principalmente motivados pelo desejo, mas, o desejo também está entrelaçado com a cultura com que a pessoa foi formada.  
 Para Mosquera (1982), a vida adulta pode ser dividida em três fases:  
Adultez jovem que vai dos 20 aos 40 anos, onde a motivação se dá pela busca da valorização pessoal, mostrar competência e ter desejo de recompensa rápida. Por exemplo o trabalho, começa-se a pensar na carreira, em qualificação para o trabalho. A motivação do adulto jovem além de ser um processo natural queremos melhorar, existe a motivação de fora como as promoções no trabalho.
Adultez média que vai dos 40 aos 65, busca afirmação e concretizar seus objetivos, se sentir seguro com suas conquistas, há uma preocupação com as pessoas que o cerca, preocupa se com o bem estar, nesta fase a condição física não mais acompanhar seus desejos intrínsecos. Na adultez média uma grande motivação é a questão familiar, querer ver a família bem, os outros bem. Além de estar mais seguro, a motivação veem ao ver os outros também felizes.
Adultez velha ou tardia, as preocupações com seu bem estar, saúde se sobressaem, há um aumento na qualidade de vida por causa dos avanços da medicina, mas mesmo tendo uma vida confortável há outros, fatos que fazem com que perdurem preocupações como o modo com que são tratados, não damos valor as pessoas mais velhas. Nesta fase há uma busca por ser independente, mostrar que ainda é capaz de realizar funções básicas para sobrevivência. 
Nesta fase a motivação é mostrar ser capaz, de seguir em frente, para muitos a motivação maior é provar que consegue manter suas necessidades básicas, para outros é fazer algo que, teoricamente, só os mais jovens consegue, como competir em algum esporte.
Devemos salientar que as faixas etárias não são restritas podem variar, de acordo com o meio social em que a pessoa está inserida.
Para entender as motivações, temos que entender que o adulto tem características próprias, seus desejos e necessidades iram de encontro de sua cultura. 
A motivação segundo Alonso Tápia, (2005 apud Betina Santos e Denise Antunes, 2007) é um conjunto de variáveis que ativam a conduta do ser humano e orientam em determinado sentido para poder alcançar um objetivo. É um processo que cada ser humano aprende de formas distintas, em virtude de suas relações interpessoais e intrapessoais. Desde a infância, as interações com outros seres humanos irão contribuir mas não de forma determinista, à internalização dos motivos intrínsecos possam revelar-se em renovados processos motivacionais internalizados.
As pessoas são motivadas por diversas fontes, seja ele um objetivo imediato, ou aqueles que iram ser buscados ao longo da vida. São esses motivos que impulsionam o adulto a seguir em frente, ter energia em busca daquilo que almeja.  
A motivação na vida adulta é o combustível para se viver intensamente, buscando sempre mais e melhor, é através dela que temos força de vontade para levantarmos todos os dias da cama e traçar metas a serem alcançadas, afinal não é fácil ser um adulto com responsabilidades, cobranças, deveres, obrigações e tudo mais que a sociedade nos cobra quando estamos nessa fase da vida.Seja em qual fase ou situação da vida em que nos encontramos, é do ser humano buscar motivações para viver.


Referências: SANTOS, B. S. ANTUNES, D. P. Vida adulta, processos motivacionais e diversidade.  [en linea] 2007, ano 1, (janeiro-março) : Sistema de Informácion Científica. Red de Revistas Científicas de América Latina Y el Caribe, Espanã e Portugal.  Disponível em: http://www.redalyc.org/html/84/84806108/  Acessado em: XX de maio de 2017. Pg 149-164.


MOSQUERA, Juan José Mouriño; STOBÄUS, Claus Dieter. Vida Adulta: Visão Existencial e Subsídios para Teorização. Educação, Porto Alegre, n. 5, p. 94-112, 1982.


terça-feira, 4 de julho de 2017

Ser professor

Ao longo de nossas vivências e experiências percebemos que ser professor é muito mais do que transmitir conhecimento. Acredito que é gostar do que se faz, é criar laços com seus alunos, saber que estamos em constante mudança e formação.
Primeiramente não a como ser professor sem gostar da profissão, é estar feliz nas pequenas coisas e até não estar muito satisfeito mas buscar sempre seu melhor. Ser professor é compreender que somos partes fundamentais de uma engrenagem, que as vezes precisa de um empurrão a mais para continuar, mas que não deve parar.
Criar laços com seus alunos, acredito que tudo funciona melhor com confiança, cuidado e atenção, e convivendo tanto tempo junto esses laços se criam naturalmente, uns mais fortes que os outros, mas estão ali de alguma forma e são importantes em vários momentos.
O professor sabe que sua formação e mudança acontece sempre, a todo momento. Não podemos ficar parados, ou fazer mais do mesmo. Nossos alunos precisam disso, ver no professor a capacidade de se reinventar sempre.

Ser professor é ser inspiração, é ser o sopro do novo, ou reinvenção do velho, é conseguir olhar para o outro de maneira mais humana.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Escola é...


     Esta mensagem de Paulo Freire recebemos da Professora Rosaria, de Organização do Ensino Fundamental, me lembrou uma atividade que realizamos semestre passado sobre as memórias que temos da escola.
A mensagem faz com que você repense sobre o quanto a escola significa para nós,para nossos alunos, já que passarmos tanto tempo nela. Será que estamos proporcionando esse ambiente para nossos alunos? Será que nós enquanto profissionais estamos nos sentindo bem na escola?

terça-feira, 27 de junho de 2017

Gestão Democrática

O termo "gestão democrática da escola pública" foi legalizada pela Constituição Federal de 1988 (inciso VI do artigo 206) e referendada pela LDB 9.394/96 (inciso VIII do artigo 3).
A gestão democrática preza pelo trabalho coletivo, envolvimento de todos nas tomadas de decisões, a  fim de conquistar uma escola de qualidade.


Lendo os textos da interdisciplina, percebo muito pouco disse em minha realidade escolar. Ainda temos diretor por indicação, apesar do bom trabalho realizado), essa é uma das primeiras questões levantadas nesse tipo de gestão. Como defender e buscar a participação da comunidade se não foi ela que escolheu. Dentre outras coisas, como não temos conselho escolar na escola apenas no município, o qual também não vejo participação.
Algumas ações feitas na escola são muito bem aceitas pela comunidade escolar e com bastante participação, então penso que se fosse proporcionado um ambiente favorável a esse modelo teríamos bastante êxito. Não é tarefa fácil, mas seria um começo.

Em qual concepção de gestão escolar encontra-se minha escola?

Pergunta realizada na aula de Organização e Gestão da Educação, dentre as quatro opções ( técnico-científica, autogestionária, interpretativa, democrática-participativa), é muito difícil encaixar a minha escola em apenas uma dessas.
Vejo muito da técnico-científica, modelo nos moldes mais tradicionais de administração, mas também vejo, apesar de pequenas, ações dos outros tipos que têm em comum o fazer coletivo, buscar a participação de todos na gestão.

domingo, 14 de maio de 2017

Professor Reflexivo

             Ser professor reflexivo é ser capaz de analisar e tentar compreender nossas ações e práticas em sala de aula, no cotidiano. Buscando sempre aprimorar nossa prática pedagógica.
O PEAD contribui muito neste processo, a todo o momento estamos refletindo e analisando nossas práticas, seja ao realizar alguma atividade ou em discussões em fóruns e no presencial.
Umas das ações que auxiliam esse meu processo de reflexão é o momento de fazer o parecer dos meus alunos. Ao longo do trimestre faço anotações sobre cada um em diversos momentos, durante as atividades e demais situações, e quando começo a fazer o parecer, sento e analiso o desenvolvimento de cada um. Nessas horas consigo pensar melhor na minha própria prática o quanto ela está afetando cada aluno, o que posso melhorar, o que deu certo.
 É uma forma de pensar também como essas observações irão encaixar nos meus planejamentos.