segunda-feira, 17 de julho de 2017

Políticas educacionais

   
     Gestão democrática, os materiais didáticos-pedagógicos e a formação dos professores são fatores determinantes para a qualidade social da educação.
     Projetos, leis e decretos são criados a fim de garantir uma educação de qualidade para todos, sem discriminações. Muitas ações são tomadas e projetos são criados, mas muitos deles só sobrevivem de acordo com o governo em vigor, não de acordo com as necessidades da comunidade escolar em geral.

Analisando o blog

     Neste semestre em Seminário Integrador as atividades envolveram a análise das postagens dos eixos anteriores, não só as próprias mas também de um colega escolhido por sorteio.
     Fomos classificando as postagens entre descritiva, reflexiva, questionadora, pensamentos e poesias e, cópia de atividades.
     É importante sempre estar lendo e relendo seu blog, é uma forma de acompanhar nossa evolução, percebi que tenho que melhorar e muito, ainda tenho insegurança ao escrever por isso não faço com frequência. Mas também percebi também como a minha relação entre conteúdo estudado e prática em sala de aula evoluiu.
     A segunda parte da atividade consistia em fazer a análise consolidada juntamente com o outro colega. Por não termos muito contato essa parte ainda não conseguimos fazer.

domingo, 9 de julho de 2017

Sobre a aula...


A aula de Organização de Ensino Fundamental e Organização e Gestão da Educação foi incrível, primeiro a dinâmica do informante, ouvinte e observador, fez com que pudêssemos falar sobre algum conceito trabalhado nas interdisciplinas, explicando para o colega que ouvia e depois fazia perguntas e observador cuidava de toda a dinâmica e depois tecia seus comentários. Foi muito interessante e também complicado só poder falar ou só ouvir, mas muito importante para realmente trabalhar o que entendemos dos assuntos comentados.
E depois montamos um mapa sobre o que cada grupo tinha comentado e apresentamos para os demais colegas. Duas considerações importantes, primeiro como as duas interdisciplinas são interligadas, as vezes era difícil dizer qual assunto era de qual. Segundo ao ver a apresentação dos demais colegas as percepções de cada um sobre os assuntos. O quanto temos opiniões parecidas, ou como alguém explicando um ponto de vista você compreende mais.


sábado, 8 de julho de 2017

Avaliação na Educação Infantil


     Na educação infantil a avaliação é feita através de observações, para montarmos o parecer descritivo do aluno.É um processo constante e diário, fazemos mil anotações, tiramos fotos, para então construirmos o documento.
     Alguns dos pontos importantes que tirei do vídeo da Profª Jussara Hoffmann, trabalhado na interdisciplina:

* Não a avaliação do coletivo, a um avaliador e um avaliado. Muitas vezes escolhemos um aluno modelo, que será parâmetro para os demais, não levando em conta as singularidades de cada um.

* Todo planejamento é uma avaliação. Ao planejar estamos avaliando a nós mesmos, buscando novas ideias.

*Avaliar é cuidar do que o aluno aprende. É nessas observações que vemos o que faz sentido para o aluno, o que funciona ou não, reavaliamos nossas próprias atitudes.

     O processo de avaliação é um caminho de dois lados, ao passo que quando estou avaliando meus alunos, também avalio a minha forma de agir.

Fatores intra e extra escolares



            Os fatores intraescolares a qualidade da educação inclui as condições de oferta de ensino, a gestão e organização do trabalho escolar, a formação dos professores, o acesso à educação, a permanência e o desempenho escolar.
            A valorização do profissional da educação é passo de extrema importância para uma educação de qualidade, muito de nossos professores hoje se encontram desmotivados, com falta de recursos para suas aulas e esse fator influi em todo o andamento da escola.

            Já os fatores extraescolares que mais se destaca é a situação socioeconômica de aluno, família e comunidade escolar. A comunidade em que minha escola se encontra é bem carente e isso reflete muito nas crianças dentro da escola, mas cabe do professor fazer com que essa barreira se rompa aos pouco propiciando um ambiente acolhedor, motivador para os alunos.

Conselho Escolar

     Dentre os variados temas que estudamos em Organização do Ensino Fundamental e Organização e Gestão da Educação um que chamou muito a minha atenção foi o conselho escolar. Pra falar a verdade achei era apenas o conselho de educação do município, mas não, existe o conselho em cada escola.
    O que é esse conselho escolar, é um colegiado formado por representantes dos pais, professores, alunos e funcionários da escola e que tem como membro nato o gestor da mesma, são escolhidos através de eleição. O conselho escolar mobiliza, opina, decide e acompanha a vida pedagógica, administrativa e financeira da escola. Buscando assim uma nova forma de administração da escola, onde as decisões são coletivas, e as responsabilidades compartilhadas.
    Nenhuma escola do município tem e, acredito que não a nenhum movimento para que isso aconteça. Acredito que se ao menos o conselho municipal tentasse de alguma forma intervir ajudaria muito na questão. A primeira  atitude a se tomar acredito que seja fazer com que esse conhecimento chegue aos funcionários das escolas, a grande maioria também não sabe o que é.
    Por fim acredito que nossas escolas só viriam a ganhar se movimentos como esse existem em nossa realidade. Reclamamos tanto da falta de participação de comunidade escolar, falta de motivação de alunos, professores e funcionário e não proporcionamos esse ambiente de tomada de decisões conjuntas.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Motivações da vida adulta

Ao longo da vida do adulto ele acorda todos os dias e tem uma rotina, trabalho, estudos, lazer... O que move o adulto, a realizar todas suas obrigações dia a dia? Porque temos essa ânsia em buscar objetivos? A vida adulta é a fase mais ativa socialmente e tentaremos pontuar suas peculiaridades.  
É a fase mais longa e produtiva do ser humano, saber o que motiva o adulto ao longo desta fase, faz entender que somos principalmente motivados pelo desejo, mas, o desejo também está entrelaçado com a cultura com que a pessoa foi formada.  
 Para Mosquera (1982), a vida adulta pode ser dividida em três fases:  
Adultez jovem que vai dos 20 aos 40 anos, onde a motivação se dá pela busca da valorização pessoal, mostrar competência e ter desejo de recompensa rápida. Por exemplo o trabalho, começa-se a pensar na carreira, em qualificação para o trabalho. A motivação do adulto jovem além de ser um processo natural queremos melhorar, existe a motivação de fora como as promoções no trabalho.
Adultez média que vai dos 40 aos 65, busca afirmação e concretizar seus objetivos, se sentir seguro com suas conquistas, há uma preocupação com as pessoas que o cerca, preocupa se com o bem estar, nesta fase a condição física não mais acompanhar seus desejos intrínsecos. Na adultez média uma grande motivação é a questão familiar, querer ver a família bem, os outros bem. Além de estar mais seguro, a motivação veem ao ver os outros também felizes.
Adultez velha ou tardia, as preocupações com seu bem estar, saúde se sobressaem, há um aumento na qualidade de vida por causa dos avanços da medicina, mas mesmo tendo uma vida confortável há outros, fatos que fazem com que perdurem preocupações como o modo com que são tratados, não damos valor as pessoas mais velhas. Nesta fase há uma busca por ser independente, mostrar que ainda é capaz de realizar funções básicas para sobrevivência. 
Nesta fase a motivação é mostrar ser capaz, de seguir em frente, para muitos a motivação maior é provar que consegue manter suas necessidades básicas, para outros é fazer algo que, teoricamente, só os mais jovens consegue, como competir em algum esporte.
Devemos salientar que as faixas etárias não são restritas podem variar, de acordo com o meio social em que a pessoa está inserida.
Para entender as motivações, temos que entender que o adulto tem características próprias, seus desejos e necessidades iram de encontro de sua cultura. 
A motivação segundo Alonso Tápia, (2005 apud Betina Santos e Denise Antunes, 2007) é um conjunto de variáveis que ativam a conduta do ser humano e orientam em determinado sentido para poder alcançar um objetivo. É um processo que cada ser humano aprende de formas distintas, em virtude de suas relações interpessoais e intrapessoais. Desde a infância, as interações com outros seres humanos irão contribuir mas não de forma determinista, à internalização dos motivos intrínsecos possam revelar-se em renovados processos motivacionais internalizados.
As pessoas são motivadas por diversas fontes, seja ele um objetivo imediato, ou aqueles que iram ser buscados ao longo da vida. São esses motivos que impulsionam o adulto a seguir em frente, ter energia em busca daquilo que almeja.  
A motivação na vida adulta é o combustível para se viver intensamente, buscando sempre mais e melhor, é através dela que temos força de vontade para levantarmos todos os dias da cama e traçar metas a serem alcançadas, afinal não é fácil ser um adulto com responsabilidades, cobranças, deveres, obrigações e tudo mais que a sociedade nos cobra quando estamos nessa fase da vida.Seja em qual fase ou situação da vida em que nos encontramos, é do ser humano buscar motivações para viver.


Referências: SANTOS, B. S. ANTUNES, D. P. Vida adulta, processos motivacionais e diversidade.  [en linea] 2007, ano 1, (janeiro-março) : Sistema de Informácion Científica. Red de Revistas Científicas de América Latina Y el Caribe, Espanã e Portugal.  Disponível em: http://www.redalyc.org/html/84/84806108/  Acessado em: XX de maio de 2017. Pg 149-164.


MOSQUERA, Juan José Mouriño; STOBÄUS, Claus Dieter. Vida Adulta: Visão Existencial e Subsídios para Teorização. Educação, Porto Alegre, n. 5, p. 94-112, 1982.


terça-feira, 4 de julho de 2017

Ser professor

Ao longo de nossas vivências e experiências percebemos que ser professor é muito mais do que transmitir conhecimento. Acredito que é gostar do que se faz, é criar laços com seus alunos, saber que estamos em constante mudança e formação.
Primeiramente não a como ser professor sem gostar da profissão, é estar feliz nas pequenas coisas e até não estar muito satisfeito mas buscar sempre seu melhor. Ser professor é compreender que somos partes fundamentais de uma engrenagem, que as vezes precisa de um empurrão a mais para continuar, mas que não deve parar.
Criar laços com seus alunos, acredito que tudo funciona melhor com confiança, cuidado e atenção, e convivendo tanto tempo junto esses laços se criam naturalmente, uns mais fortes que os outros, mas estão ali de alguma forma e são importantes em vários momentos.
O professor sabe que sua formação e mudança acontece sempre, a todo momento. Não podemos ficar parados, ou fazer mais do mesmo. Nossos alunos precisam disso, ver no professor a capacidade de se reinventar sempre.

Ser professor é ser inspiração, é ser o sopro do novo, ou reinvenção do velho, é conseguir olhar para o outro de maneira mais humana.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Escola é...


     Esta mensagem de Paulo Freire recebemos da Professora Rosaria, de Organização do Ensino Fundamental, me lembrou uma atividade que realizamos semestre passado sobre as memórias que temos da escola.
A mensagem faz com que você repense sobre o quanto a escola significa para nós,para nossos alunos, já que passarmos tanto tempo nela. Será que estamos proporcionando esse ambiente para nossos alunos? Será que nós enquanto profissionais estamos nos sentindo bem na escola?