quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Modelos Pedagógicos e Epistemológicos


    Preenchendo o quadro dos modelos pedagógicos e epistemológicos foi um momento de reflexão não só sobre as atividades desenvolvidas em Psicologia tanto a I quanto agora a II, mas também sobre como conduzo as minhas aulas, e creio que quase nenhum professor consiga se encaixar em apenas um modelo ou seguir um. Nossas experiências ao longo de nosso exercício moldam como trabalhamos em alguns momentos agimos de tal forma em outros de mudamos nossa forma de agir. Acredito que essa adaptação seja natural.




Ética em sala


     Ética é um fator imprescindível de convivência em sociedade. Nós como educadores temos que agir como exemplo, não só em sala mas fora dela e promover em nossa sala e também em todo o ambiente escolar e não escolar um ambiente de convivência harmoniosa onde as diferenças são aceitas e respeitadas e conflitos são resolvidos de maneira clara e esclarecida.
     Preparar o aluno para conviver em sociedade, com os mais diversos indivíduos, sabendo respeitá-los. Promover com seus alunos comunicação livre e aberta condição importante para desenvolver a ética.
     O apoio e influência da família conta muito e esse diálogo tem que ser aberto também com a família, pois não adianta esperar um comportamento da criança se suas experiências fora da escola não contribuem para isso.

Dossiê da Inclusão




      Realizando o dossiê da inclusão na minha escola, percebi o quanto distante estamos de ser uma escola inclusiva, a uma barreira enorme entre receber esses alunos e proporcionar as mesmas condições de aprendizagem e convívio para todos.
Acredito que falta sensibilidade em entender as necessidades de cada um, e não ver a criança com necessidades especiais apenas como um número ou um laudo que precisa ser cumprido por determinada lei.
Na integração dessas crianças na escola, vejo eles muito envolvidos com as suas turmas e demais funcionários da escola, são tratados com muito respeito e carinho, mas isso acaba não sendo suficiente e nem suprindo as necessidades educacionais deles. Se estamos sempre buscando o melhor em termos de práticas pedagógicas para nossos alunos tidos “normais”, porque temos tanto dificuldade e resistência em também oferecer qualidade para esses alunos. Sinto por vezes um jogo de empurra-empurra, estamos cumprindo a lei já é suficiente, os profissionais especializados que cuidem do resto. E para aquela criança não é suficiente, não deve ser, ela tem o direito de não só estar na escola, mas também de receber tratamento e educação necessário para o seu de
senvolvimento.

Sobre crocodilos e avestruzes

        Após a leitura do texto “Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação”, da psicóloga e professora Dra. Ligia Assumpção Amaral, ela através das representações de “crocodilos” e “avestruzes”, relacionando suas particularidades e diferenças com as diversidades e diferenças humanas.
            As diferenças são comuns a condição humana, somos diferentes uns dos outros, porém a falta de conhecimento perante as diferenças sejam elas físicas, comportamentais ou de personalidade, faz com que o preconceito ainda ocorra. Se alguma coisa é diferente ou destoa dos padrões é apontado como anormal. Porém a autora do texto, pontua o que pode refletir em uma mudança de pensamento. Diz ela: “.... Pode se pensar a anormalidade de forma inovadora: não mais e somente como patologia..., mas como expressão da diversidade da natureza e da condição humana...”
            A autora fala de crocodilos nomeando-os de “preconceitos”, os medos que carregamos ao tratar de pessoas “diferentes”. Esses são os mitos que carregamos e muitas vezes propagamos no ambiente escolar. E também mostra os avestruzes que ao esconder a cabeça na areia não irá acrescentar ou auxiliar os alunos no convívio escolar.
            Como educadores um dos nossos maiores crocodilos é a ideia de que o deficiente é incapaz, não enxergar suas potencialidades, ver apenas a deficiência e tratar ela como empecilho, uma barreira para a aprendizagem e socialização do aluno.
            Mas não devemos enterrar nossa cabeça e fingir que não estamos vendo, devemos trabalhar para derrubar os nossos próprios crocodilos e olhar para a deficiência como uma das muitas peculiaridades do aluno, promovendo igualdade de integração e aprendizagem de todos nas suas muitas diferenças.


REFERÊNCIA:


AMARAL, Ligia Assumpção. Sobre crocodilos e avestruzes: falando das diferenças físicas, preconceitos e superação.  In: AQUINO, Julio Groppa (org.).  Diferenças e preconceitos na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998.

Pensar diferente incomoda


Dentre os exemplos que citamos de diversidade, seja ela a família, a física, a religiosa, os grupos em que convivemos, a diferença de opiniões foi na minha opinião a que mais temos dificuldades em aceitar.


Pensar diferente incomoda, e estamos cada vez mais intolerantes com a opinião do outro, relatos não faltam de pessoas que brigam, deixam de se falar por ter opiniões diversas sobre determinado assunto. Por mais que algumas opiniões sejam difíceis de entender as pessoas tem esse direito, posso não concordar mas tenho que aceitar o direito dela. E vejo que muitas discussões acontecem por não entender a diferença entre concordar com a opinião e apenas escutar e discordar, é uma briga para fazer valer a sua voz, o seu certo e o errado do outro. 


Confesso que estou sempre me policiando porque aceitação é um exercício diário, não é fácil escutar pensamentos absurdos e apenas expor seu ponto de vista sem querer fazer o outro aceitar o seu certo.




"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disse, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las"

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Argumentação

Interessante poder saber mais sobre argumento, é sempre muito bom  poder saber argumentar sobre algum assunto e acredito que neste momento do nosso curso primordial para escritas mais aprofundadas e reflexivas.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Eixo VI

Começou mais um eixo e como escreveu o professor Credine faltam esse e mais 3, estavam nos aproximando da reta final do curso.
Começamos com Seminário Integrador onde vamos falar sobre diversidade. Na apresentação nosso grupo escolheu falar sobre alguns pontos, família, padrão físico, religião, opiniões, nosso grupo em si. E apesar de não ser uma assunto muito novo parece que só os últimos tempo estamos tratando dela e aceitando essas diversidades que sempre existiram.
E como é difícil aceitar e compreender as nossas diferenças e se é difícil para nos como vamos passar isso para nossos alunos. Gostei muito da frase de um outro grupo "Felicidade é coisa séria" que se tratarmos a diferença do outro como a felicidade, e quanto ela é importante, conseguiremos assim respeitar e aceitar.